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Como nasceu o RUMOR?

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Alexandre. Inês. Sara. Rita.

O Rumor nasceu de uma amizade.

Daquelas que começam sem grandes planos e acabam por se transformar sem darmos por ela.

Entre viagens, refeições partilhadas e muitas conversas, fomos percebendo que valorizávamos as mesmas coisas: a autenticidade, os sabores que ficam na memória, a curiosidade em experimentar, as pessoas e as suas histórias, e a alegria que emerge da verdade.

O pão não apareceu muitas vezes nessas conversas, embora estivesse quase sempre presente.

A Sara e o Alexandre falavam, de vez em quando, da possibilidade de um dia abrir uma padaria. Como tantas outras ideias que surgem quando existe uma curiosidade permanente pelo que ainda não foi feito. Ideias nunca faltam. Nem vontade de criar.

Um dia, depois de uma primeira ida ao Fogo, a Rita e a Inês levaram um pão para casa. Se durante o jantar já tinha sido impossível ignorá-lo, no pequeno-almoço do dia seguinte a paixão ficou consumada.

A pergunta surgiu em tom de brincadeira:

"Quando é que abrem a padaria?"

E há ideias que, uma vez lançadas à mesa, ganham vida própria.

E, como acontece com os rumores, ninguém consegue explicar muito bem o momento em que tudo começou a ganhar forma.

A ideia foi fermentando.

O que poderia ter sido uma padaria transformou-se noutra coisa. Numa forma de levar pão memorável a mais pessoas. Pão feito com tempo, sabor e intenção. Num serviço de entrega à porta de casa. Num regresso a gestos antigos, reinterpretados para os dias de hoje. Numa celebração do tempo, da criatividade, da beleza do artesanal, do prazer de comer bem e do prazer de partilhar.

Foi no encontro entre a paixão por criar sabores e criar experiências que nasceu o Rumor. E hoje continua a ser exatamente isso.

Quatro amigos. Muitas conversas. E a convicção de que algumas das melhores coisas da vida merecem continuar a chegar à nossa porta.

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